Minha experiência na JMJ de Madrid

Gente, hoje começa a Jornada Mundial da Juventude, na Cracóvia! O evento é um mega encontro de jovens (de corpo e alma) do mundo inteiro, que durante uma semana participam de eventos católicos na cidade.

É com o coração pulando de alegria que venho falar pra vocês um pouco do que é viver essa experiência! Nesse primeiro post vou falar sobre como foi minha experiência na JMJ de Madrid. No próximo compartilho com você o que vivi na JMJ do Rio, em 2013.

JMJ Madrid 2011

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Todos os jovens reunidos durante a missa de envio.

Minha primeira vez na JMJ foi em 2011, em Madrid. Eu não tinha noção da grandiosidade desse evento. Foram seis dias hospedada em um ginásio em Guadalajara, uma cidade próxima a Madrid, juntamente com vários brasileiros. Diariamente vivíamos uma nova emoção seja numa missa, catequese ou até mesmo em ver pessoas de diversos países vivendo uma só experiência.

Em uma das missas que participei em Guadalajara, a frase de um morador madrilenho me marcou bastante: “vocês estão reabrindo nossas igrejas” Estávamos em uma igreja fechada há cinco anos. É como se nós, jovens, trouxéssemos de volta a fé dos moradores, diante de uma Europa com igrejas virando museus.

Foi uma JMJ quente (muuuuuito quente), além do verão de sensação térmica de 50°, milhões de jovens estavam fervilhando de amor e esperança por dias melhores. Tenho a certeza que podemos mostrar ao mundo e à Madrid, o porquê de estarmos alí!

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Corpo de bombeiros refrescando os jovens.

Nosso calor podia ser aliviado por um balde de água, gentilmente, jogado por moradores enquanto caminhávamos nas ruas ou por um carro dos bombeiros (Sim! A gente correu atrás do carro dos bombeiros em busca de um jato refrescante de água).

O ápice do evento foi (e sempre é) a vigília, momento que os jovens, dos quatro cantos do mundo, passamos a noite em oração com o papa Bento XVI e muita chuva, raios e trovões (Sim! o tempo virou!). Uma noite inesquecível! No dia seguinte, acordamos com um sonoro “bom dia” do papa e já dando início à nossa última missa do evento e anunciando que a próxima JMJ seria no Rio de Janeiro! Uaaaaaaaaaaaaaau! Eu já me sentia lá!!!

Quando Jornada terminou, meu grupo ainda foi para Ávila e Toledo, onde limpei minha vista com paisagens e castelos incríveis! Depois de seis dias de sono num colchão inflável quase seco, pude saber o que é uma cama! (Mas nenhum um conforto paga a experiência vivida).

É uma pena eu não poder compartilhar com vocês as fotos lindas que tirei nessa jornada. No voo de volta para casa, roubaram minha câmera com quase todas as fotos (Dá vontade de chorar quando lembro disso. kkk). Minhas lembranças desse momento incrível estão na memória e nas fotos em grupo.

Fique atento ao próximo post! Vou contar como foi incrível viver essa experiência na cidade maravilhosa.

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Encontro de brasileiros e argentinos.
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Ao chegar em Cuatro Vientos para a vigília.

 

Juntos por um hospital público veterinário em Fortaleza

 

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Cada dia que passa é visível o aumento de cães e gatos abandonados nas ruas de Fortaleza. Para agravar essa situação, ONGs que acolhem esses animais encontram-se cada vez mais lotadas.

Uma das soluções que poderia amenizar essa situação, seria a construção de um Hospital Veterinário Público. Em luta por esta causa, mais de 600 pessoas participaram da 2ª Cãomiada, no Aterro da Praia de Iracema, em Fortaleza, no último domingo (5/6).

Realizado pelo movimento São Francisco de Defesa Animal, o evento também arrecadou dinheiro para projetos que cuidam de animais abandonados. Arca de Noé, Abrace e Novelo de Lã são as ONGs beneficiadas pela venda das camisas do evento, estampadas pelo cachorro Grandão e o gato Baby, ambos resgatados das ruas.

Para Margareth Martins, representante da Abrace, um Hospital Veterinário seria muito importante para ajudar no resgate de animais, trabalho feito pelas ONGs, que arcam com todos os custos sozinhas.

“Muitas pessoas, infelizmente, abandonam os animais, porque não têm como tratar, o que poderia ser evitado com um hospital, que não atenderia somente as ONGs, mas também a população mais carente”.

rafaela e bia

Em meio àquela ‘multidão’ de animais reunidos, a maioria cachorros (lindos), encontro uma fofura, chamada Bia. Ela foi atropelada quando tinha 2 anos e perdeu os movimentos das patinhas traseiras. Graças à Rafaela Ferraro, sua mamãe adotiva, Bia foi resgatada e hoje recebe cuidados especiais e muito amor.

“Vim apoiar pessoalmente a causa, porque se houvesse um hospital público veterinário em Fortaleza, certamente a Bia estivesse bem melhor hoje. O hospital também será muito útil para oferecer cirurgias de castração, que são muito caras.”

Saiba mais

  • A primeira edição do evento aconteceu em outubro de 2015, com a presença de aproximadamente 300 pessoas e com o mesmo objetivo;
  • Fortaleza é uma das poucas capitais do Brasil que ainda não possui um hospital público para animais domésticos;
  • O primeiro Hospital Público Veterinário do Brasil foi inaugurado em 2012, na zona leste de São Paulo.

 

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