5 lições do filme O Menino que Descobriu o Vento

o menino que descobriu o vento

O Menino que Descobriu o Vento, filme original da Netflix, conta a saga de Willian Kamkwamba para acabar com a fome na sua vila, provocada pela seca. A produção chegou ao catálogo no início de março e já está entre as mais assistidas da plataforma.

William Kamkwamba, um jovem de Malawi (um dos países mais pobres do mundo), bastante curioso e estudioso, se cansa de assistir todos os amigos e familiares de seu vilarejo passando por dificuldades por causa da falta de comida e começa a desenvolver uma inovadora turbina de vento.

Baseado em uma história real, o filme é muito mais que uma superação é sobre acreditar que é realmente possível alcançar aquilo que se deseja. Por isso, separamos 5 lições poderosas que podem mudar  sua vida:

  1. Persistência
  2. Conhecimento
  3. Gratidão
  4. Resiliência
  5. Autoconfiança
  1. Persistência

Quando o período de seca chegou na região, todos estavam fugindo do vilarejo para, sem água, não morrerem de fome e sede. Mas, mesmo com todas as dificuldades e condições precárias em que se encontrava, em nenhum momento Willian desistiu do seu objetivo de salvar sua família e sua comunidade da fome.

Muitas vezes, em nossa vida, basta algo dar errado para que logo voltemos atrás e desistamos dos sonhos. Basta, às vezes, um não para baixar a cabeça e pôr tudo a perder. Para o garoto, os ‘nãos’ foram o combustível que ele precisava para buscar o conhecimento necessário para finalmente seu sonho se tornar real.

  1. Conhecimento

Willian foi expulso da escola por duas vezes e proibido de retornar às aulas, porque seus pais não tinham mais condições de pagar a mensalidade. Mas sua sede pelo conhecimento era tão grande, que ele passou a estudar de forma autodidata em uma biblioteca, de um só cômodo, da escola.

“Sem conhecimento não há mudança.” A grande virada para Wlillian aconteceu quando ele encontrou o livro “Using Energy”, sobre moinhos de vento. Apesar do livro ser em inglês, idioma que William não dominava, ele persistiu em estudá-lo, e descobriu como os moinhos de vento podiam ser utilizados para gerar eletricidade.

  1. Gratidão

Diante de toda a pobreza em que vivam a família de Willian conseguia ser grata pelo pouco que tinham para comer. Com toda simplicidade, eles se reuniam diante da refeição que tinham no dia e agradeciam a Deus pelo alimento.

Quantas vezes você agradeceu hoje pelo “pouco” que tem? Sua família, seus amigos, sua cama, seu trabalho, sua casa? Que tal, parar agora e agradeça a Deus por 3 coisas simples e ao mesmo tempo valiosas que Ele te deu?

E toda vez que você reclamar de algo, lembre muitas vezes, bem perto de você, existem pessoas que lutam para sobreviver.

  1. Resiliência

Willian foi expulso duas vezes da escola, foi humilhado pelos colegas porque só queria estudar, seu pai não acreditou que ele era capaz, sua família teve que vender o telhado de casa para se alimentar, saquearam toda sua comida e ainda, viu seu cachorro morrer de fome.

Ao pé da letra, resiliência é capacidade de se recobrar facilmente ou se adaptar à má sorte ou às mudanças. Willian precisou transpor muitas barreiras e dificuldades para persistir no seu objetivo, mas ele em nenhum momento desacreditou do seu propósito.

  1. Autoconfiança

Mesmo em meio à fome e à terra seca, aparentemente sem nenhuma chance de oportunidade, Willian sabia o quanto era capaz. Mesmo seu pai e seus amigos desacreditando de seu potencial, ele sabia que podia conseguir.

E é assim também que acontece com a gente. Nem sempre os outros irão acreditar em nossos propósitos. Para muitos será apenas um sonho, para outros será loucura, mas para nós precisa ser real, porque nós iremos tornar real.

Se você também aprendeu muito com o filme, deixe nos comentários o que foi transformador para você. 👇

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Grupo Gratidão leva mais de 4 toneladas de alimentos para Viçosa

viçosa do ceará

No segundo final de semana de fevereiro, o Grupo Gratidão (grupo de amigos que fazem ações sociais) subiu a serra para distribuir mais de 500 cestas básicas, roupas e brinquedos para famílias carentes de Viçosa do Ceará.

Foram dois de entrega, muita emoção e aprendizado. São realidades bem distintas, são famílias muito carentes, não só de alimento, mas de abraço, carinho e um pouco de atenção.

Por que Viçosa do Ceará?

Alguns membros do Grupo já tinham realizado uma ação na cidade há 4 anos atrás. Mas, como sabíamos que lá ainda  existe muita pobreza, resolvemos retornar a essa cidade de gente muito simples e acolhedora.

Para quem conhece a Viçosa, pode até parecer que a população é bem assistida, afinal o centro da cidade é bem agradável, clima ameno, com praças limpas e bem cuidados, muitos patrimônios tombados.

Mas andando alguns poucos quilômetros à dentro podemos ver outra realidade totalmente diferente, o que nada tem a ver com aquele centro bem cuidado. São pessoas literalmente esquecidas, e muitas vezes, sem o mínimo necessário para VIVER.

Como foram os preparativos?

cestas básicas

A Ação para Viçosa do Ceará começou a ser organizada em dezembro de 2018. Todos os membros do grupo se uniram para arrecadar doações de todo tipo. Roupas, brinquedos e dinheiro para a compra das cestas.

A meta, desde o início, foi ousada: 500 cestas básicas para 250 famílias da região. E com muito esforço de todos, conseguimos ultrapassar o esperado. Mas mesmo assim, sabíamos que não era possível atender a todas as famílias que precisavam.

Nesta ação não foi possível arrecadar alimentos, devido à perecibilidade. O grupo optou por comprar as cestas a um valor de R$ 25,00 cada. E, assim, não teria perigo de estragar ou umas famílias serem mais beneficiadas que outras.

Como foi organizada a Ação?

Há 348 km de Fortaleza e 5 horas de viagem, finalmente chegamos no nosso destino. Lá em Viçosa, armazenamos todas em um sítio de um voluntário. Ainda na sexta-feira, dia 8, fizemos a entrega de 38 cestas para algumas famílias próximo ao centro.

 

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O sábado começou bem cedo. Logo partimos para outras localidades próximas ao centro, como a Comunidade do Arame e Comunidade do Caranguejo. São famílias que, muitas vezes, vivem em áreas de risco, convivendo com esgoto a céu aberto e condições insalubres.

Com algumas entregas, nós precisávamos ser mais rápidos para não gerar tumulto, mas com outras, nós podemos dar atenção, carinho, abraço e o nosso tempo, de verdade.

Pudemos ouvir e entender suas angústias de uma vida sofrida, mas também pudemos ser contagiados com a alegria de quem é cheio daquilo que dinheiro nenhum no mundo pode comprar.

Dentre todas as casas e famílias que tivemos o prazer de ajudar, teve uma que chamou mais a nossa atenção. Nós conhecemos a casa da Maria, uma menina de apenas 15 anos, mas que visivelmente carrega um peso muito acima da sua idade.

A Maria estava sozinha em casa, mas vive com os pais, que no momento da nossa visita, não estavam em casa. Uma casa, bem simples, isolada e sem o mínimo do necessário para viver.

A casa dessa família não tem banheiro (tomavam banho em um rio próximo), não tem comida, não tem móveis… Posso dizer que, diante dessas condições, eles estão apenas sobrevivendo nesse mundo. Os olhos da Maria gritavam por ajuda, mas a boca dela pouco falava.

Confesso que não fácil! Não teve quem não se emocionasse diante do que foi visto. Foi uma realidade que nos causou um misto de surpresa, indignação, angústia e desespero porque achávamos que era impossível que alguém ainda vivesse nessas condições, em pleno século XXI.

Com a garganta ainda engasgada e olhos marejados, seguimos viagem. Já eram 18h30 da noite e ainda tínhamos mais duas comunidades restantes e bem distantes.

Foram 20 minutos de descida bem íngreme, numa estrada escura. O nosso último destino foi A comunidade de General Tibúrcio, uma localidade de difícil acesso. Confesso que me perguntava a todo instante: como essas pessoas conseguiam viver assim, longe de tudo?

Mas logo me veio a resposta! A real é que eles são felizes, mesmo tão isolados e com tão poucas condições. Nesta localidade, eu pude ver os sorrisos mais sinceros, que foi o dessas crianças ao receber um kit de bombons com um brinquedo.

crianças viçosa

O que levar dessa Ação?

É incrível, sempre nós vamos para uma ação empenhados em doar, mas sempre quem ganha mais somos nós. Isso soa até um pouco egoísta e não deixa de ser, mas é exatamente o que acontece.

Confesso que há muito tempo eu não me emocionava tanto em uma ação. Voltando pra casa, pude prceber como somos privilegiados de poder participar de tudo isso. Quantos abraços renovaram nossas esperanças.

Nós sabemos que 2 cestas básicas se acabam em uma ou duas semanas, para uma família de 5 pessoas, por exemplo, mas uma coisa não se acaba para essas famílias: a esperança de um mundo melhor.

A certeza que eu tenho é que o sentimento de Gratidão pode sim mudar esse mundo. Afinal, quando você é grato, você tem sede de mudança, você não se conforma em ver que outras pessoas não tem aquilo que você tem.

A Gratidão não nos deixa inertes, ela mobiliza, ela multiplica outros sentimentos em nós. E só existe gratidão, quando se transforma em ação e é por isso que tudo isso acontece.

“Existe um mundo mágico fora da sua zona de conforto.”

Distribuindo amor no bairro Serviluz

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Era domingo de manhã, dia 6 de janeiro de 2019. O estado do Ceará se encontrava com um clima tenso devido aos ataques que estavam acontecendo por facções criminosas. Mas, mesmo assim, nós decidimos começar o ano da melhor maneira: ajudando a quem mais precisa e do nosso jeitinho.

Estávamos com um encontro marcado com a comunidade do Serviluz. Nossa missão era entregar 165 cestas básicas a famílias da região. E assim fizemos! Posso dizer que foi uma das ações mais tranquilas que tive a honra de participar, até agora.

Como é bom está perto dessas pessoas que tanto tem a nos ensinar. Quanta energia tive a honra de receber de cada olhar que cruzou o nosso neste dia. Mesmo com toda a dificuldade em que vivem, encheram nosso dia de alegria e aprendizado.

Dentre as pessoas que estavam lá, a maioria não tinha o que pôr no fogão para o almoço. Sem dúvidas, aquela cestas cestas básicas fizeram muita diferença na de cada família da comunidade.

Para realizar a ação no bairro Serviluz, nós tivemos o apoio da Gera, coordenadora do Centro Social Betesda, que ajuda a comunidade com sopão às quintas-feiras e com diversas ações na comunidade.

Uma das nossas companheiras nesta ação foi a dona Francisca, que nos ensinou muito com sua simplicidade, alegria e força. Confere só:

A ação do bairro Serviluz foi tão incrível que já tem até data para acontecer novamente e será na páscoa. Desta vez, nosso objetivo é atender 200 famílias, que serão previamente cadastradas pelo projeto.

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Já começou a campanha Papai Noel dos Correios

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A campanha Papai Noel dos Correios foi lançada no Ceará nesta terça-feira, 13. A tradicional ação anual da empresa permite que cartas de crianças com pedidos para o Papai Noel sejam adotadas.

O melhor desta campanha é que você pode ser um “Papai Noel” para alguma criança. Para isso, basta se dirigir a uma agência dos Correios e adotar uma cartinha.

As cartas estarão disponíveis em 20 agências – 15 das quais em Fortaleza. O apadrinhamento e a entrega dos presentes pedidos pelas crianças poderão ser feitos até 12 de dezembro.

Segundo os Correios, a estimativa é de que cerca de 9 mil cartas sejam apadrinhadas. Em 2017, foram 6.286 presentes doados.

Além de crianças que escreveram diretamente para o Papai Noel através dos Correios, participam estudantes de 42 escolas da rede pública (até o 5º ano do ensino fundamental) selecionadas pela Secretaria Municipal da Educação de Fortaleza (SME), além do público atendido por 29 instituições como creches, abrigos, orfanatos e núcleos socioeducativos.

As informações completas sobre os locais para adoção podem ser obtidas neste site.

Mesmo sem celular, limpador de ônibus devolve 5 aparelhos aos donos.

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A nossa história de gratidão de hoje é daquelas que inspira qualquer um a fazer deste país um lugar melhor de se viver. Nossa inspiração, então, é o limpador de ônibus José Maria, que deixa bem claro quais são seus valores e não prova que seu caráter não está a venda.

Natural de Limoeiro do Nortno Ceará, José veio tentar a vida em Fortaleza, aos  48 anos por falta de oportunidades em sua cidade. Com o salário que ganha, o trabalhador  ainda não tem condições de possuir um telefone celular.

“Eu sou do interior, aqui eu moro só com minha esposa. Tá com um ano e seis meses que chegamos em Fortaleza, lá tava meio ruim de emprego e um amigo me chamou para trabalhar aqui”, relata. Em Limoeiro, José Maria trabalhava dirigindo trator e operando máquinas.

O último aparelho encontrado custa mais de R$ 1.500, superando o valor da remuneração mensal que o funcionário recebe. Todos os dias, ele trabalha na limpeza dos ônibus da Capital até 3h da manhã. Após ganhar repercussão nas redes sociais, muitos vizinhos e colegas de trabalho reconheceram o valor da sua atitude.

“No dia seguinte eu ainda achei uma bolsa e fiz a mesma coisa, levei para o setor encarregado. Quando achei o celular, vi que alguém estava ligando, mas eu não sabia atender”, revela.

O trabalhador conta que é comum as pessoas esquecerem coisas nos ônibus, geralmente, itens de pouco valor como um guarda-chuva. Todos os objetos encontrados por José Maria são levados para o setor de achados e perdidos.

Quando perguntado se sua atitude poderia ser vista como um exemplo, José Maria é enfático. “Eu me sinto feliz, porque você tá devolvendo algo que é da pessoa. Imagina perder tudo que tem ali? Então, eu vejo como exemplo sim, fica o exemplo pros meus colegas de trabalho”, finaliza.

Com informações de Tribuna do Ceará

são joão solidário

Casablanca Turismo realiza São João Solidário no próximo sábado

O mês de junho já está chegando ao fim, mas as festas juninas ainda estão a todo vapor! Ainda dá tempo de você dançar um arrasta pé, da melhor maneira possível: ajudando ao próximo. Isso mesmo!

No dia 01/07, a Casablanca Turismo realiza seu 17º São João Solidário.  A festa é aberta ao público e acontece no Pirata Bar. Os ingressos estão à venda nas lojas da Casablanca Turismo e no local do evento.

Há 17 anos a Casablanca Turismo realiza o São João Solidário, uma gincana interna durante todo o mês de junho onde os funcionários são divididos em dois grupos: Lampião e Maria Bonita, e vence o grupo que arrecadar a maior quantidade de alimentos e bolsas de sangue.

Este ano, a agência de viagens se uniu ao Grupo Gratidão, grupo que participo e que já falei algumas vezes aqui das ações realizadas. E desta vez, a onda do bem vai desaguar na Serra Pelada, município de Maranguape-Ce.

 

Comunidade de Serra Pelada, no Município de Maranguape.

Comunidade de Serra Pelada, no Município de Maranguape.

Comunidade de Serra Pelada, no Município de Maranguape.
Comunidade de Serra Pelada, no Município de Maranguape.

 

Para ajudar essa comunidade, adquira já o seu ingresso ou entre em contato com o Grupo Gratidão. Quando a ação acontecer, estarei contando pra vocês, com detalhes como foi a entrega das doações. Sem dúvidas, será um momento único!

Confira algumas ações realizadas pelo Grupo Gratidão que foram notícia no Blog:

O poder da solidariedade no Sertão Cearense

O lado bom de juntar tampinhas

Serviço:

XVII São João Solidário do Grupo Casablanca Turismo
Data: 01 de julho, às 19h
Local: Pirata Bar – Praia de Iracema
Entrada: Ingresso + 1Kg de alimento

Faça essas 3 coisas quando tudo parecer desmoronar

Esses dias venho ouvindo repetidas vezes (entenda como umas 3 vezes por dia :D) uma das músicas inspiradoras do Jason Mraz. Ela fala sobre uma forma sensacional de superar aqueles momentos de desespero, dificuldade e sensação de fundo do poço que muitos de nós passamos, pelo menos uma vez na vida! A música se chama 3 things! São 3 coisas que devemos fazer para superar, dar a volta por cima e viver o novo!

Vamos às três “pequenas” coisas:

 1 – “Choro muito e seco meu coração”

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Jason diz que sem isso sua nova vida não começa. E, de fato, é verdade! É preciso viver o momento de dor e chorar tudo que se deve nesse momento. Chorar é saudável, nos liberta da frustração e alivia a alma. Dizem que “emoções expressadas são emoções superadas”.

Guardar lágrimas por muito tempo só irá corroer os bons sentimentos e impedirá você de viver o novo que temos à nossa espera. A impressão que eu tenho é que as lágrimas que caem nos momentos de angústia, levam com elas tudo de ruim que não é para ser meu.

Mesmo que as coisas não mudem por uma lágrima, sempre podemos retomar a situação com mais calma. Pesquisas afirmam que depois do choro, nos sentimos bem melhor. Porém, não devemos nos entregar completamente e somente chorar, porque a vida requer coragem. Tudo tem a dose certa! 

   2 – “Fecho os olhos e agradeço por cada momento da minha vida”

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Para Jason, a segunda coisa que devemos fazer quando tudo parece desmoronar é agradecer pelas outras coisas que já temos. Quando somos intensa e verdadeiramente gratos, nos tornamos ímãs de pessoas boas e de oportunidades. 

Nos momentos de desespero ou tristeza, é fundamental tirar o foco do que te deixa triste e focar naquilo que você já tem! Se você está enfrentando um problema de saúde, procure focar em outras áreas que você esteja bem, como sua vida profissional, seus amigos ou familiares, que estão sempre com você.

Nada irá adiantar se debruçar por muito tempo sobre o problema. Você precisa se levantar, olhar para o futuro e dar a volta por cima!

 3 – “Projeto um futuro brilhante”

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A terceira coisa que Jason diz na música é dar uma pausa, tomar um fôlego e deixar o capítulo terminar. “Projeto um futuro brilhante, diferente do que minha vida tem sido.” Ter uma visão positiva sobre o futuro fará você perceber que existe um novo a ser alcançado.

Para que isso, seja mais concreto, imagine agora como será sua vida quando tudo isso passar e como será quando você realizar o que tanto sonhar. Tenha sempre em mente uma “imagem mascote”, uma cena que sempre te traz bons sentimentos. Algo que você quer muito conquistar ou algum momento muito bom que você já viveu, que gostaria que se repetisse. Você verá! As coisas vão começar a mudar!

Jason e a música

Com uma família de fazendeiros, Jason é muito ligado à natureza, e é da paz que ele encontra inspiração para muitas de suas músicas. 3 things, assim como todas as composições de Jason, encanta pela simplicidade e harmonia.

Música (tradução):

3 Coisas

Eu faço três coisas quando minha vida desmorona

Número um: choro muito e seco meu coração
Sem isso minha vida nova não começa
Essa é a primeira coisa que faço quando minha vida desmorona

Oh, a segunda coisa que faço é fechar meus olhos
E agradeço por cada momento da minha vida
Vou para onde sei que o amor está e deixo que ele me preencha
Juntando forças do sofrimento
Estou feliz sentir-me vivo

E as coisas estão melhorando
Sei que acima das nuvens o sol está brilhando
As coisas estão melhorando
O amor é a resposta em que estou me apoiando

Bem, a terceira coisa que faço agora, quando meu mundo cai
É dar uma pausa, tomar um fôlego e deixar o capítulo terminar
Projeto um futuro brilhante, diferente do que minha vida tem sido

E eu tento, tento, tento, tento, tento de novo
Sim, eu tento, tento, tento, tento, tento de novo

As coisas estão melhorando
Sei que além da escuridão o sol está nascendo
As coisas estão melhorando
Sei que acima das nuvens o sol está brilhando
As coisas estão melhorando
O amor é a resposta em que estou me apoiando
Três coisinhas

O quanto seus amigos determinam quem você é?

contágio social

Esses dias eu estive pensando em quantas novas coisas venho fazendo (e aprendendo) ultimamente. Coisas que jamais me imaginava ter entusiasmo em fazer. Está escrevendo, por exemplo, um blog seria algo que, há uns três anos atrás, não iria me atrair tanto. Estudar novas coisas, ler constantemente novos livros é algo que também não fazia muito parte da minha rotina.

Não demorou muito para que eu percebesse o porquê desses novos hábitos. Quando eu vi quais eram as novas pessoas que faziam parte da minha rede de relacionamentos, logo me dei conta do quanto estava sendo influenciada, positivamente, em muitas áreas da minha vida. Em um ambiente de trabalho onde se tem pessoas que empreendem, escrevem, têm o hábito da leitura e procuram sempre se aperfeiçoar, é claro que eu não poderia reagir diferente.

Ok! Mas eu só posso me influenciar com o que os outros têm de bom? Não, não! O Contágio Social é uma via de mão dupla! Tudo parte de uma escolha e eu escolhi me influenciar pelo que as pessoas têm de positivo. Eu escolhi está perto de pessoas que têm mais virtudes do que defeitos para compartilhar. E aqui eu poderia até citar filmes, músicas e lugares que também determinam muito do que somos, mas optei por falar apenas de pessoas. Elas já são o suficiente para persuadir nossos comportamentos.

Não é apenas sua rede de amigos diretos que influenciam você. Os amigos dos seus amigos também determinam sua personalidade. No livro O Poder das Conexões, os pesquisadores James Fowler e Christian Hempelmann explicam bem como alguém pode ser diretamente influenciada. Eles afirmam que uma pessoa feliz aumenta em 15% as chances de felicidade de seus amigos, em 10% as chances de felicidade dos amigos dos seus amigos (conexões de 2º grau) e em 6% as chances dos amigos dos amigos dos seus amigos (conexões de 3º grau).

amigos

A partir do momento que me dei conta da importância do Contágio Social para o meu crescimento tanto pessoal quanto profissional, passei a enxergar o que as pessoas que me cercam têm de melhor. Passei a selecionar mais quem está a minha volta. Afinal, (acredite) cada uma delas definem, de alguma forma, minhas atitudes.

Todos nós estamos expostos a um sincronismo e equilíbrio. O meu grupo social e meus relacionamentos estão diretamente sincronizados comigo. As pessoas podem ser diferentes, mas as vibrações emocionais são parecidas. Pessoas muito ciumentas, por exemplo, que têm uma desconfiança exagerada do(a) esposo(a), provavelmente, convivem com pessoas igualmente ciumentas. Pessoas que gostam muito de praticar esportes, certamente convivem com pessoas que possuem a mesma preferência.

Não resta dúvidas! Se você ainda não adquiriu alguns hábitos que te levam a ser o que sempre quis, conviva com quem já os conquistou! É simples! Esse é o primeiro passo! E sem que eu perceba, isto funcionou bastante comigo. Parece que se torna até mais fácil conquistar algo novo. Afinal, o que eu julgava muito difícil de conquistar, outra pessoa foi lá e mostrou que era possível. Por que não seguir os passos de quem já acertou?

O poder da solidariedade no Sertão Cearense

grupo gratidão em Mombaça
Grupo Gratidão e a Comunidade da Banquinha, após a ação.

“A união faz a força!”, “Juntos somos mais fortes!”, “Ninguém é tão bom quanto todos nós juntos!” são frases meio clichê, mas representam bem um final de semana de encher o coração de felicidade. E tudo isso só foi possível graças à união de um grupo disposto a fazer o bem!

Então, vamos lá…

Como já falei por aqui, participo de um grupo chamado Gratidão (grupo de amigos, que sempre estão por aí sempre ajudando quem precisa) e dessa vez nossa missão não era nada fácil, mas sabíamos que ia valer muuuito a pena!

Tudo começou em outubro, quando dois representantes do grupo visitaram uma localidade de Mombaça, no interior do Ceará, e viram o quanto aquelas pessoas precisavam de alimentos e roupas. Desde então, assumimos o compromisso de voltarmos lá em fevereiro com cestas básicas, vestuário e muita alegria.

A meta eram 600 cestas básicas a serem doadas a 150 famílias. Foram quatro meses de dedicação, de pedidos, de preocupação, mas sem nunca de desacreditar que tudo seria perfeito. Tínhamos plena confiança em Deus e em todos que disseram seu “sim” para esse momento tão especial. Sabíamos o poder de todos juntos por um só objetivo.

Um mês antes da ação, ainda não tínhamos conseguido arrecadar nem metade do esperado. Afinal, era começo de ano, IPTU, IPVA, Colégio e outras contas básicas para essa época. Desde o começo, nós sabíamos que o desafio seria grande, mas tínhamos a certeza de que tudo ia dá certo!

É incrível ver quantas pessoas entraram nessa onda do bem, contribuindo de diversas formas. Seja com alimentos, dinheiro ou oração, tudo foi essencial para que esse dia fosse tão lindo!

cestas e roupas
Quatro toneladas de alimentos e uma de roupas para entregar.

Chega o grande dia! Foram 460 cestas, quase uma tonelada de roupas e muito amor para dar. Não conseguimos alcançar nossa meta, mas mesmo cada família receberia uma boa quantidade de alimentos. Não é incrível?!

Conhecida pelo clima muito quente e seco, a linda Mombaça, há 300 km de Fortaleza, estava à nossa espera com um clima super agradável, bem diferente de quando fomos visitar. A chuva deixou tudo verdinho e com cheirinho gostoso de mato.

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Tudo verdinho na estrada.

A ação foi concentrada em dois pontos. Uma localidade menor, chamada Recreio, onde foram entregues apenas 50 cestas. E a Comunidade da Banquinha, onde organizamos algo maior. Chegamos lá, em torno de 14h e desde às 6h que já estavam todos aguardando nossa chegada.

Mais de 150 famílias nos acolheram como se fôssemos filhos, que há muito tempo não viam. Fizeram uma verdadeira festa com a nossa chegada. A primeira frase que ouvi de um morador, assim que cheguei foi: “estava há muito tempo esperando por vocês!”. Mal sabiam eles o quanto aquela visita foi esperada por nós também.

Levamos também muitos bolos (adoro) e refris para um lanche, antes começar a distribuir as cestas. Foram, em média, 2 cestas para cada família, na Comunidade da Banquinha. Distribuímos também brinquedos arrecadados que foram a festa das crianças!

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Ação na Comunidade da Banquinha.

Fiquei encantada com cada pessoa, cada olhar, cada sorriso! Eles nos fizeram crer o quanto valeu a pena toda dedicação. E sabe o melhor de tudo? Ainda sobraram algumas para entregar em outra localidade próxima.

No caminho de volta para o hotel, meu coração se enchia de gratidão por todas as doações recebidas de amigos e conhecidos que decidiram servir a quem nem mesmo conheciam. Para mim, não estavam na ação apenas os 10 voluntários do grupo, mas cada um que nos ajudou a levar pra tão longe essa onda do bem.

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De volta para o hotel.

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