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Idosos fazem pedidos simples de presentes de Natal que emocionam.

Um vestido azul, um pijaminha de vovó, um vestido bem bonito ou até mesmo queijo e rapadura são alguns dos diversos pedidos de presente de natal dos idosos do Lar Três Irmãs, localizado no Bairro Montese, em Fortaleza.

Com o objetivo de incentivar as pessoas a contribuírem com doações, as fotos que estão sendo divulgadas nas redes sociais mostram os idosos segurando lousas com pedidos tão simples que fica impossível não se emocionar.

São mais de 40 pedidos que, para muitos são muito simples e sem importância, mas que para eles vai fazer total diferença para que possam ter um Natal mais cheio de alegria.

A ideia de divulgar as fotos dos idosos partiu do Lar Três Irmãs em suas redes sociais e conta com o apoio de um grupo de alunos de Psicologia da Faculdade Maurício de Nassau, que conheceram o projeto durante uma cadeira de estágio básico na instituição.

Ao saberem que os idosos iriam fazer os pedidos, eles se uniram à corrente e se empenharam na divulgação.

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A boa notícia é que as doações já começaram a chegar…

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Sobre o Lar Três Irmãs

O Lar três Irmãs é uma Organização Não Governamental que acolhe e cuida de idosos em situação de vulnerabilidade social. Atualmente, a ONG conta com 47 idosos dentre homens e mulheres.

Hoje, a instituição não recebe ajuda governamental e sobrevive com doação de grupos voluntários. Por isso, é muito importante que além de presente, você doe também um pouco do seu tempo para estar com esses idosos.

Caso você queira fazer sua doação, basta ligar para a ONG, no número (85) 3023-3343 ou no endereço R. Joaquim Pimenta, 291 – Montese, Fortaleza – CE. Não temos dúvidas de que eles irão amar receber sua visita.

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Mesmo sem celular, limpador de ônibus devolve 5 aparelhos aos donos.

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A nossa história de gratidão de hoje é daquelas que inspira qualquer um a fazer deste país um lugar melhor de se viver. Nossa inspiração, então, é o limpador de ônibus José Maria, que deixa bem claro quais são seus valores e não prova que seu caráter não está a venda.

Natural de Limoeiro do Nortno Ceará, José veio tentar a vida em Fortaleza, aos  48 anos por falta de oportunidades em sua cidade. Com o salário que ganha, o trabalhador  ainda não tem condições de possuir um telefone celular.

“Eu sou do interior, aqui eu moro só com minha esposa. Tá com um ano e seis meses que chegamos em Fortaleza, lá tava meio ruim de emprego e um amigo me chamou para trabalhar aqui”, relata. Em Limoeiro, José Maria trabalhava dirigindo trator e operando máquinas.

O último aparelho encontrado custa mais de R$ 1.500, superando o valor da remuneração mensal que o funcionário recebe. Todos os dias, ele trabalha na limpeza dos ônibus da Capital até 3h da manhã. Após ganhar repercussão nas redes sociais, muitos vizinhos e colegas de trabalho reconheceram o valor da sua atitude.

“No dia seguinte eu ainda achei uma bolsa e fiz a mesma coisa, levei para o setor encarregado. Quando achei o celular, vi que alguém estava ligando, mas eu não sabia atender”, revela.

O trabalhador conta que é comum as pessoas esquecerem coisas nos ônibus, geralmente, itens de pouco valor como um guarda-chuva. Todos os objetos encontrados por José Maria são levados para o setor de achados e perdidos.

Quando perguntado se sua atitude poderia ser vista como um exemplo, José Maria é enfático. “Eu me sinto feliz, porque você tá devolvendo algo que é da pessoa. Imagina perder tudo que tem ali? Então, eu vejo como exemplo sim, fica o exemplo pros meus colegas de trabalho”, finaliza.

Com informações de Tribuna do Ceará

A força da mulher do sertão

a força da mulherMês de Março já começou com tudo e com ele, vem toda a beleza e a força da mulher. E cada dia que passa me surpreendo mais como alguém um dia ousou chamá-la de sexo frágil.

Pode até parecer frágil quando é abandonada pelo marido, com filhos para criar. Mas é forte, quando decide ir em frente e ser a provedora da família, com todo amor.

Pode até parecer frágil quando não há espaço para ela em muitos pilares da sociedade. Mas é forte, quando enfrenta todo tipo de preconceito e se destaca em tudo que decide fazer.

Pode até parecer frágil quando apanha do marido. Mas é forte, quando, mesmo ferida por fora e por dentro, ergue a cabeça, denuncia o agressor e constrói uma nova vida.

O fato é: a fragilidade existe, mas como o objetivo de dar forças para ela ser ainda mais forte. E é dessa força que quero falar aqui. Quero falar de mulheres, que a única escolha que tem na vida é ser Forte! Mulheres que vivem à margem de tudo e de todos, mas que não inventam desculpas para desistir.

Essa mulher está à frente da casa, do lar, a mulher que carrega consigo, a família, as dificuldades e as marcas do tempo. São essas mulheres que estão lá, com uma força sem igual, para receber o seu alimento com toda a alegria do mundo.

Essa mulher também carrega sorrisos expressivos, carrega e descarrega abraços apertados como se um desconhecido fosse seu filho ou alguém muito próximo. É essa mesma mulher que vive uma vida em função da felicidade dos seus, dos mais chegados e de um parente distante.

a força da mulher do sertão

Sorte de quem tem a chance de, pelo menos uma vez na vida, cruzar com uma delas. Tenho certeza de que se você for surpreendido, algum dia com a força de uma, você nunca mais será o mesmo.

Estou falando da mulher do sertão acorda cedo, que assim como muitas outras, trabalha duro para dar o sustento à família, enfrenta o mundo e ainda providencia fartura na mesa para quem quiser chegar.

A você que um dia receber um convite para uma refeição na casa dela, nunca ouse recusar. É uma ofensa para ela e para você e jogar fora a oportunidade de se nutrir de um banquete feito com amor.

a força da mulher do sertão

Eu tive o prazer de ser convidada para um banquete desses, durante algumas ações que participei. E posso dizer? São as melhores! Tive, então, a honra de conhecer algumas dessas mulheres, com marcas do sol, do tempo e muito amor, mas que se tornaram inesquecíveis pela força que carregavam em si.

Algumas me chamaram muita atenção, como a dona Nelcíria, que há mais de 30 mora em São Luís do Curu e criou seus filhos e netos em uma casinha, ainda de taipa, com muito amor. Outro exemplo de mulher de arrancar suspiros é a dona Vilani, que abriu as portas de sua casa e um sorriso bem largo para nos receber.

Teve também a dona Josefa Ana, que, durante a volta de uma ação, parou o nosso carro no meio da estrada e nos pediu cesta básica. Uma ajuda para o seu vizinho, que não estava em casa, mas que estava desempregado e muito necessitado.

Aqui eu trouxe apenas alguns exemplos, mas são tantos por aí. São tantas Vilanis, Neulcírias e Josefas espalhadas no nosso sertão, esquecidas por muita gente, mas sempre com um olhar de esperança e uma alegria com tão pouco.

E não é só no sertão que elas estão. Elas estão em todo lugar! Passam pela gente todos os dias na rua, talvez estejam presas dentro de um asilo ou até mesmo moram com a gente, dentro da nossa casa! Basta um olhar mais atento, um cuidado com quem nos cerca e um sorriso no rosto que você pode tornar a vida dela muito melhor!

 

O poder da solidariedade no Sertão Cearense

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Grupo Gratidão e a Comunidade da Banquinha, após a ação.

“A união faz a força!”, “Juntos somos mais fortes!”, “Ninguém é tão bom quanto todos nós juntos!” são frases meio clichê, mas representam bem um final de semana de encher o coração de felicidade. E tudo isso só foi possível graças à união de um grupo disposto a fazer o bem!

Então, vamos lá…

Como já falei por aqui, participo de um grupo chamado Gratidão (grupo de amigos, que sempre estão por aí sempre ajudando quem precisa) e dessa vez nossa missão não era nada fácil, mas sabíamos que ia valer muuuito a pena!

Tudo começou em outubro, quando dois representantes do grupo visitaram uma localidade de Mombaça, no interior do Ceará, e viram o quanto aquelas pessoas precisavam de alimentos e roupas. Desde então, assumimos o compromisso de voltarmos lá em fevereiro com cestas básicas, vestuário e muita alegria.

A meta eram 600 cestas básicas a serem doadas a 150 famílias. Foram quatro meses de dedicação, de pedidos, de preocupação, mas sem nunca de desacreditar que tudo seria perfeito. Tínhamos plena confiança em Deus e em todos que disseram seu “sim” para esse momento tão especial. Sabíamos o poder de todos juntos por um só objetivo.

Um mês antes da ação, ainda não tínhamos conseguido arrecadar nem metade do esperado. Afinal, era começo de ano, IPTU, IPVA, Colégio e outras contas básicas para essa época. Desde o começo, nós sabíamos que o desafio seria grande, mas tínhamos a certeza de que tudo ia dá certo!

É incrível ver quantas pessoas entraram nessa onda do bem, contribuindo de diversas formas. Seja com alimentos, dinheiro ou oração, tudo foi essencial para que esse dia fosse tão lindo!

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Quatro toneladas de alimentos e uma de roupas para entregar.

Chega o grande dia! Foram 460 cestas, quase uma tonelada de roupas e muito amor para dar. Não conseguimos alcançar nossa meta, mas mesmo cada família receberia uma boa quantidade de alimentos. Não é incrível?!

Conhecida pelo clima muito quente e seco, a linda Mombaça, há 300 km de Fortaleza, estava à nossa espera com um clima super agradável, bem diferente de quando fomos visitar. A chuva deixou tudo verdinho e com cheirinho gostoso de mato.

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Tudo verdinho na estrada.

A ação foi concentrada em dois pontos. Uma localidade menor, chamada Recreio, onde foram entregues apenas 50 cestas. E a Comunidade da Banquinha, onde organizamos algo maior. Chegamos lá, em torno de 14h e desde às 6h que já estavam todos aguardando nossa chegada.

Mais de 150 famílias nos acolheram como se fôssemos filhos, que há muito tempo não viam. Fizeram uma verdadeira festa com a nossa chegada. A primeira frase que ouvi de um morador, assim que cheguei foi: “estava há muito tempo esperando por vocês!”. Mal sabiam eles o quanto aquela visita foi esperada por nós também.

Levamos também muitos bolos (adoro) e refris para um lanche, antes começar a distribuir as cestas. Foram, em média, 2 cestas para cada família, na Comunidade da Banquinha. Distribuímos também brinquedos arrecadados que foram a festa das crianças!

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Ação na Comunidade da Banquinha.

Fiquei encantada com cada pessoa, cada olhar, cada sorriso! Eles nos fizeram crer o quanto valeu a pena toda dedicação. E sabe o melhor de tudo? Ainda sobraram algumas para entregar em outra localidade próxima.

No caminho de volta para o hotel, meu coração se enchia de gratidão por todas as doações recebidas de amigos e conhecidos que decidiram servir a quem nem mesmo conheciam. Para mim, não estavam na ação apenas os 10 voluntários do grupo, mas cada um que nos ajudou a levar pra tão longe essa onda do bem.

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De volta para o hotel.

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Ninguém é tão pobre que não tenha o que doar

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Estava eu aqui refletindo sobre alguns lugares que andei, sobre algumas pessoas que conheci. Pessoas que mesmo pertencendo a uma realidade tão difícil e adversa, mesmo não tendo o que cozinhar para os filhos no almoço, sempre me dão uma lição gigantesca de cidadania, de educação e de amor, em apenas um olhar.

Outro dia estava com uns amigos em uma comunidade bastante necessitada do bairro Vila Velha, em Fortaleza. Era uma manhã de sábado, tínhamos algumas cestas básicas, kits de produtos de higiene pessoal e pronto! Não era tudo que eles mereciam e precisavam, mas era tudo que tínhamos para contribuir naquele momento, juntamente com o nosso amor.

Foi o suficiente para arrancar os sorrisos mais sinceros, os olhares mais gratos que já conheci, e o melhor, tivemos a oportunidade de conhecer pessoas extremamente doadoras. Doadoras de honestidade, de amor ao próximo e de sorrisos gratuitos, que facilmente quebram o gelo ou medo de qualquer pessoa.

É incrível, que todas as mães, pais, filhos e avós que temos a grata surpresa de encontrar no nosso caminho, sempre tem algo a nos dar. Seja com um copo d’água, seja com um sofá-cama-acento que nos é oferecido humildemente para descansar… de todo jeito somos sempre muito bem recebidos.

gentilezaSempre que batemos a porta de surpresa, tem uma voz do outro lado, dizendo: “Entre. Não repare a bagunça” ou até mesmo “Foi Deus quem mandou vocês aqui”. Impossível notar alguma bagunça diante de corações tão limpos e de pessoas de tanta fé. Impossível enxergar alguma coisa na recepção dessas pessoas, que não fosse o amor pela vida e gratidão a Deus por mais um presente divino que acabara de chegar.


Sim! Falo de gratidão aqui também! Por que são esses seres humanos incríveis que dão um show, quando o assunto é agradecer. Agradecem porque acabaram de receber o almoço dos próximos dias e agradecem pois sabem que Deus não os desampara nunca. O melhor de tudo, é que ainda doam! Doam para o vizinho que não pôde receber e ainda convidam um parente para dividir a refeição.

Ao final desta ação que fizemos no Vila Velha, separamos a melhor cesta básica para entregar para Thay, uma moradora da comunidade que se dispôs, antes mesmo da ação, a nos conduzir para as casas certas e que também preparou a segurança da nossa chegada alí, afinal, a localidade é dominada pelo tráfico. Ao receber a cesta, ela, imediatamente, lembra de um garoto, que estava com câncer na garganta e que necessitava bem mais da daqueles alimentos.

Nessas horas você para e admira a beleza que é encontrar pessoas tão honestas e íntegras nos dias de hoje. É por essas e outras que nunca deixei de acreditar no ser humano, nunca deixei de acreditar que existem sim, pessoas dispostas a fazer a diferença nesse mundo.

Seja doando seu tempo, suas habilidades, seu dinheiro ou seu amor, cada um de nós, certamente terá algo de muito útil a ser doado e sempre terá alguém esperando de braços abertos para receber.

Mais de 25 coisas que aprendi ao longo dos meus 25 anos

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Nem acredito que já estou nos 25! Nossa, como passa rápido! Lembro que quando eu tinha 18, fazia muitas projeções para esse momento. Me imaginava aos 25 anos viajando mais, dirigindo meu próprio carro, comprando um ‘ap’, e provavelmente sendo repórter de TV. Mas, poxa! Assim como a vida mudou, meus sonhos também mudaram. E Deus cuidou de tudo melhor do que eu pensei.

Ainda não tenho meu carro, nem meu ‘ap’ nem trabalho em TV. Mas sabe que isso não é ruim? Hoje não tenho tudo que eu queria, mas tenho muito mais do que pensei. Tenho a certeza de que “tudo que não tenho, é pelo que ainda não sei”, que Deus me conduziu a novos horizontes, e consequentemente hoje tenho novos sonhos. Hoje sei que sou capaz de ter o que eu realmente quiser.

Como é bom ver que Deus guardou o melhor pra mim e que livrou minha vida de tanta coisa ruim. Como é bom ver que hoje evolui, que conheci um mundo de coisas novas em tão pouco tempo. Como é bom servir ao próximo e ajudar a levar sorrisos, que há muito tempo não sorriam. Como é bom está cercada de tantos profissionais e seres humanos incríveis. Deus realmente vem caprichando em cada detalhe!

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Claro que quando tudo não sai como planejado causa uma frustração ou até mesmo um arrependimento de algo que fiz ou deixei de fazer. Mas ao mesmo tempo tento parar e pensar o que posso fazer de diferente ou como não cometer o mesmo erro novamente. É bem complicado… mas é o que sempre tento fazer para ser um ‘serumaninho’ melhor.

Não preciso voltar aos 18 pra ver o quanto evolui. Basta me lembrar de como eu era há um ano atrás. E como é bom ver o quanto aprendi, cresci e me reinventei em tão pouco tempo. Melhor ainda é ver que tenho uma vida inteira de aprendizado pela frente. Tenho também a melhor família do mundo ao meu lado, para me impulsionar e me acompanhar nos melhores momentos.

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Hoje sei a importância de comemorar de verdade cada aniversário que passa! É fundamental celebrar com quem mais amamos a saúde, o amor e as conquistas, até então alcançadas. Hoje conheço um novo eu, que aos 18 estava perdido por aí. To adorando compartilhar meu crescimento aqui com vocês! Mas não para por aí… Além de tudo isso, aprendi ao longo desses 25 anos, muita coisa, inclusive que:

  1. Não estou sozinha.
  2. Tudo na vida acontece no tempo certo (na maioria das vezes nós que fazemos esse tempo certo chegar).
  3. A crise dos 25 não me pertence (nem a dos 25, nem dos 30 nem dos 40. Amém? Amém!).
  4. Fico feliz em ver os amigos verdadeiros que tenho hoje (São poucos, mas são de verdade).
  5. Ainda posso me decepcionar com alguém que quero bem. 
  6. Não devo me comparar a outras pessoas da minha idade. 
  7. Cuidar da minha saúde vem sendo uma das prioridades.
  8. Sou totalmente responsável pela vida que tenho hoje (amanhã e sempre)
  9. Minhas finanças não vão se organizar sozinhas
  10. O verdadeiro significado da palavra Gratidão (Que não é só dizer “Obrigada”).
  11. A primeira impressão nem sempre é a que fica (Por isso, pode me dá uma segunda chance. Você vai ver que sou legalzinha :D).
  12. Os bebês são cada vez mais lindos (Principalmente os meninos).
  13. Não preciso limitar meus sonhos (Afinal, eles são a primeira maneira de viver meu futuro no presente)
  14. É fundamental dizer “Eu te amo” para quem eu verdadeiramente amo.
  15. Paciência requer muuita prática (Por que não dizer eterna?)
  16. Não posso me achar no direito de mudar alguém.
  17. Zona de conforto não é nada confortável.
  18. O perdão pode ser o início de uma nova vida.
  19. Um abraço demorado traz um bem danado.  
  20. Me fazer de vítima não me fará ser alguém melhor. (nunca)
  21. A vida é bem mais feliz quando é compartilhada com alguém.
  22. É preciso humildade para ter sucesso. (é sempre bom reconhecer que não sei de muuuuuuita coisa).
  23. Nada é tão bom que não possa ficar ainda melhor.
  24. Existe um Lado Bom em tudo! (pode ter certeza disso)
  25. O melhor sempre ainda está por vir!

5 lições que aprendi com o filme “Desafiando Gigantes”

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Um time de futebol High School em um momento nada bom; comandado há seis anos pelo técnico Grant Taylor; um treinador prestes a ser demitido de sua função, por nunca levar sua equipe ao título da temporada; e um casal em crise, após quatro anos tentando ter filhos. É assim que começa Desafiando Gigantes, um filme que me fez refletir muito sobre a importância de confiar em Deus a todo instante e tê-lo como o centro de tudo. Separei pra vocês mais cinco lições que aprendi, mas se quiserem posso listar até vinte, de tão lindo que é esse filme.

  • Agradecer pelas vitórias e derrotas

A partir do momento que o treinador percebeu que era preciso colocar Deus no centro do time, ele passou a estimular a equipe a agradecer após todos os jogos, não importa o resultado. Desta forma, a equipe percebeu que, além de agradecer pelas partidas que venceram, é fundamental agradecer também pelos momentos difíceis, afinal é com eles que temos mais aprendizados.

Agradecer a Deus pela conquista de uma promoção no emprego é tão importante quanto ser grata por todas as oportunidades que me foram negadas no momento que mais precisava. Afinal, assim posso dar a devida importância ao que tenho hoje e posso também me preparar mais para subir degraus ainda mais altos.

  • Confiar no tempo de Deus

Confiar no tempo de Deus é ter a certeza de que alguma hora e de alguma forma tudo vai dá certo. É fazer a minha parte, confiar que a mudança virá e que existe um Deus maravilhoso agindo ao meu lado. É saber que se algo ainda não aconteceu do jeito que eu queria é porque Deus tem algo bem melhor pra mim.

Foi assim com o casal Grant Taylor e Brooke Taylor. Há quatro anos o eles tentavam engravidar, sem confiar que Deus podia agir. Mas tudo mudou quando eles passaram a acreditar no tempo de Deus!

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  • A dor gera crescimento

Ao ver todo o time desmotivado, o treinador Grant Taylor chama dois jogadores e passa-lhes um desafio pedindo para que ele dê o melhor de si. Ele coloca vendas nos olhos do jogador que deve carregar outro jogador nas costas, e diz que faz isso para que ele não desista. Enquanto isso os colegas de time riem e duvidam que ele vá conseguir atingir a meta, porém, o jogador vai além da meta estipulado pelo treinador e consegue atravessar todo o campo com o colega nas costas. E os colegas ficam fascinados com isso.

Com essa cena eu pude ver o quanto as vezes é necessário uma venda diante dos nossos olhos para que possamos acreditar no quanto somos capaz. É preciso muitas vezes passar pela dor para crescer e acreditar o quanto podemos. Com esse trecho, aprendi que precisamos mais confiar em nós mesmo e que a perseverança é uma grande aliada dos que alcançam seus objetivos.

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  • Honre seus pais

Não é à toa que este é o quarto mandamento da Lei de Deus e a quarta lição que aprendi com filme. Honrar pai e mãe é uma forma segura de amar a Deus sobre todas as coisa. Essa é uma lição que aparece de forma sutil no filme, mas que faz toda a diferença para o desempenho de um dos jogadores do time. Muitas vezes desrespeitamos aqueles que mais nos amam. Muitas vezes julgamos algumas atitudes de nossos pais, mas a gente esquece do que Deus pediu. Apenas amar! Eles são humanos, eles fazem tudo com amor.

  • Escute sempre a voz do seu treinador

Mesmo quando tudo parece não fazer sentido, mesmo quando não tiver mais forças físicas e psicológicas, a decisão mais sábia que podemos tomar é a de continuar ouvindo as palavras encorajadoras dAquele que conhece o nosso verdadeiro potencial e que nos convidou a darmos o primeiro passo, o nosso Deus. Ainda que abandonados por todos no meio do percurso… nosso Treinador não desiste de nós, Ele continua andando ao nosso lado e dizendo “vamos, só mais um pouco, eu sei que você pode”.

Já é Natal! Por que agradecer?

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Já estamos em novembro, as lojas já estão todas repletas de decoração natalina e, como todo ano, tem muita gente se lamentando pela chegada deste período do ano. A chegada do Natal me traz tantos sentimentos bons, que logo, sem perceber, já me pego fazendo uma breve retrospectiva de tudo que me aconteceu de janeiro até aqui e acabo sendo invadida por um enorme sentimento de gratidão.

Não quero aqui falar sobre o Natal em si, muito menos me despedir de 2016, deixarei isso para dezembro mesmo, pois tenho certeza que ainda tem muita coisa boa por vir até lá. Quero apenas compartilhar um pouco do que sinto quando termina o “Pa-Pé-Pio” e começa o Rou-Rou-Rou”.

Como é bom chegar até aqui e ver que tenho um Deus que me acompanha e me ajuda a dar cada passo. Como é bom olhar um pouco pra trás e ver que algumas coisas aconteceram, para que outras melhores e mais abençoadas pudessem chegar (pra ficar). Sou grata pelo amor, pela dor, pela saúde e pela família. Como é bom estar aqui e poder dizer o porquê sou grata.

Dizem por aí que “Gratidão” é a palavra da moda. Tudo agora é gratidão. Que palavra mais linda pra virar modinha, não é? Meu desejo é que essa moda dure e que a palavra deixe de ser apenas falada e passe também a ser vivida e sentida, diariamente e nas pequenas coisas. Expressar esse sentimento valoriza as experiências e situações positivas da vida.

 

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Para que a gratidão vire uma atitude, é preciso começar a praticar, sendo grato por cada bênção que recebemos e por aqueles que nos fazem o bem. Quando agradeço, reconheço que preciso receber de alguém o que não posso dar a mim mesmo. Desta forma, se afirma o quanto somos dependentes do outro e que não vivemos sozinhos, reforçando, assim, nossos laços sociais.

Se agradecer for um exercício muito desafiador pra você, recomendo que exercite diariamente, escrevendo pequenas coisas que aconteceram no seu dia que lhe faz deitar a cabeça no travesseiro e sorrir. Se ainda assim, não vier à mente nada de bom que lhe aconteceu, lembre-se do que poderia dar errado e não deu. Por exemplo, você chegar em casa em paz, após um dia inteiro de trabalho. Diante do mundo que vivemos hoje, isso já é um bom motivo para agradecer.

Mas e se aquilo que tanto queremos ainda não aconteceu? Aquilo que pedimos todos os dias antes de dormir? Só tenho algo a dizer: agradeça! Tudo tem seu momento certo. O estado mais elevado de gratidão é atingido quando somos gratos pelo que ainda não recebemos.

“Se a única oração que você fizer em sua vida for um ‘Obrigado’, isso já será o bastante.” – Meister Eckhart

As cirurgias que devolvem os melhores sorrisos

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João e Íngridy pós a operação de fenda palatina e lábio leporino.

Muitas crianças terão a oportunidade de ter um sorriso diferente amanhã, 28, quando acontecerá uma triagem para cirurgias de 72 pacientes com lábio leporino e fenda palatina, no Hospital Infantil Albert Sabin. Ao todo, 50 voluntários de diferentes regiões do Brasil e também de outros países participarão da 21ª Operação Sorriso em Fortaleza.

“Apenas aqui em Fortaleza já operamos quase duas mil pessoas nesses últimos 21 anos. Além disso, foi na cidade onde realizamos nossa primeira missão no Brasil, por isso a população já nos conhece e confia no nosso trabalho”, explica Ana Stabel, diretora-executiva da Operação Sorriso.

O sorriso é uma das mais belas formas de dizer “sim” ao mundo. Para a estudante de moda, Íngridy Medeiros, 23, esse gesto certamente tem um valor bem especial! Ela nasceu com lábio leporino, uma abertura que resulta no desenvolvimento incompleto do lábio e/ou do palato (céu da boca), que ocorre entre a  4ª e a 12ª semana de gestação e pode ser identificada a partir do terceiro mês com ultrassom em três dimensões.

As causas do lábio leporino ainda não são uma certeza. O que se sabe é que alguns fatores na hora da formação podem ser levados em conta. A boa notícia é que esta má formação tem um tratamento muito simples, fácil e efetivo. Na maioria das vezes a solução é apenas uma cirurgia plástica.

Foi o que a Íngridy fez, aos três meses de vida. A cirurgia é bem simples, assim como a recuperação. Quanto mais cedo ela for feita, maiores são as chances de não haver cicatriz. E com ela funcionou mesmo! Hoje é quase impossível perceber que um dia ela fez esse procedimento.

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Íngridy Medeiros, 23 anos após a cirurgia do lábio leporino.

“Sem essa cirurgia, com certeza estaria vivendo o preconceito diariamente. Seria difícil pra estudar, e até arrumar um emprego.” Para a estudante de moda, a cirurgia melhorou sua aparência e qualidade de vida. Ela afirma que sem esse procedimento, ela não teria conquistado metade de tudo que tem hoje.

Outro problema que também pode acontecer durante a gestação da criança é a fenda palatina, que acontece quando o palato, também conhecido como céu da boca, não se fecha completamente durante o processo de formação do rosto. Foi o que ocorreu com o João, filho da Caroline e do Amilton. Porém, o diagnóstico não foi tão rápido quanto o de Íngridy.

Após o nascimento, os médicos não identificaram que João tinha nascido com uma fenda no céu da boca. O bebê tinha dificuldades para respirar e para mamar, mas nenhum médico conseguiu diagnosticar o que ele tinha. O pequeno precisou passar por diversos exames, muitas vezes invasivos, que não constatava o que ele tinha. Cogitaram que João poderia ter refluxo, pneumonia ou até preguiça de sugar o leite.

João e seus pais após a cirurgia. (Na foto: Caroline, João e Amilton)
João e seus pais após a cirurgia. (Na foto: Caroline, João e Amilton)

Após um mês, de médico em médico, João foi examinado por uma fonoaudióloga, que apenas abriu a boca do bebê e diagnosticou a fenda. Um procedimento simples, que poderia ter sido feito logo após o nascimento. “Dei graças a Deus por ser só uma fenda. Eu já sabia que teríamos como corrigir e isso nunca foi um problema pra nós”, declara Caroline, aliviada, ao saber qual o problema do seu bebê.

Após o diagnóstico João foi encaminhado para a Associação Beijaflor, para realizar a cirurgia. “Na Associação, passamos por uma equipe de anjos, sempre muito carinhosos e atenciosos conosco.” João fez a cirurgia corretiva da fenda com um ano e três meses, com todos os cuidados necessários antes durante e depois da operação.

Com uma recuperação surpreendente, João chegou a engordar 500g após a cirurgia.  De lá pra cá, ele continua sendo acompanhado por toda a equipe e os resultados são todos dentro do esperado para a idade dele.

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“Hoje o João tem um ano e dez meses e todos os dias nós agradecemos a Deus por ele ter vindo para as nossas vidas assim do jeitinho que ele é, uma criança linda, ativa e bom de boca. Com tantas crianças com problemas de saúde mais graves e muitas vezes sem solução, uma fenda palatina não é nada, é só uma aventura entre tantas outras que virão na vida do João.”

Segundo dados da OMS (Organização Mundial de Saúde), a incidência de fissuras labiais no Brasil é de 1 a cada 650 crianças. O país tem cerca de 300.000 pessoas com fissuras e a cada ano surgem 6.000 novos casos. De todas as má formações congênitas, o lábio leporino e a fenda palatina são as mais comuns.

Serviço:

Operação Sorriso
Dia de seleção dos pacientes: 28 de outubro de 2016
Horário: a partir das 8 horas
Datas das cirurgias: 30 de outubro a 2 de novembro de 2016
Informações: (85) 3101-4212
Local: Hospital Infantil Albert Sabin – Rua Tertuliano Sales, 544, Vila União

 

Precisamos falar sobre Geraldo Rufino

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Sabe aquelas pessoas que ao chegar em um ambiente, logo espalham alegria? Que, de tão felizes, contagiam até àquele mais pessimista? Pois é, conheci uma assim, um dia desses. Além de transbordar felicidade, essa pessoa carrega consigo um brilho no olhar e no sorriso, sem explicação. Dá até pra fazer poesia, facilmente, só em falar dele. Eu estou falando do “Geraldim”, sim, para os mais íntimos, como eu! (rsrsr) Para os demais, é Geraldo Rufino. Considero-me íntima desse cara, mesmo tendo visto e falado com ele uma única vez. Ele nos dá essa liberdade.

Rufino é um exemplo de ser humano iluminado e raro de se encontrar nos dias de hoje. Leva consigo, desde sempre, uma alegria de viver invejável e chega a ser “irritantemente feliz”, como o chama sua filha. Sempre conta sua história de vida, com um sorriso no rosto, mesmo quando se trata dos momentos de maior dificuldade. Conhecer mais sobre a história de superação e alegria desse cara diante da vida, certamente fará você repensar sobre muita coisa.

Aos sete anos, Geraldo perdeu a mãe, sua maior fonte de inspiração e aprendizado sobre a vida. Mas para o empresário, isso não foi doloroso, pelo simples fato de não saber o que era a morte. É incrível ouvir Geraldo contando tudo que aprendeu com a mãe, mesmo com tão pouca idade. Apesar de ter vivido uma infância pobre, Rufino aprendeu, desde muito cedo, lições valiosas de generosidade e amor ao próximo, com a mãe. “Ela ia na Ceasa recolher o resto da feira para levar para a família e para os vizinhos.”

Foi com a mãe, também, que Geraldo aprendeu o segredo da felicidade: agradecer todas as manhãs por mais um dia. Hoje ele faz o mesmo, mudou apenas de endereço. “Eu me recuso a acreditar que existe algo mais importante do que a oportunidade de viver mais um dia!”. O estado de espírito e boas energias dele começam aí, pelo simples fato de acordar.

Eu e Rufino durante sua palestra no curso Fator de Enriquecimento, em Fortaleza.
Eu e Rufino durante sua palestra no curso Fator de Enriquecimento, em Fortaleza.

Conhecendo mais sobre a história do Rufino, fica fácil saber o porquê de ele está onde está hoje. Ex-catador de latinhas, Geraldo se tornou um dos homens mais ricos do Brasil, faturando 50 milhões por ano. Começou a trabalhar aos oito anos, em um lixão, onde viu a oportunidade de empreender pela primeira vez. “Com essa idade eu já tinha meu primeiro emprego, diferentemente dos meninos da favela. Então eu não tinha porque não sorrir.”

Empreendedor nato, Rufino conta que faliu várias vezes, mas que todas serviram de aprendizado para que ele crescesse cada vez mais. Trabalhou durante 15 anos, numa rede de parques de diversão,começando como office boy e saindo como diretor nacional. Enquanto trabalhava no parque, Rufino deu  um caminhão para cada um de seus dois irmãos, para fazerem entrega e ganhar um dinheiro extra.  Por ironia do destino, eles se envolveram, simultaneamente, em um acidente.  O que poderia ser o fim do negócio virou uma grande oportunidade. Sem seguro, Rufino teria de amargar o prejuízo. A saída foi desmontar os caminhões e revender as peças. Com a venda rápida, ele notou que havia um mercado e fundou a JR Diesel, maior empresa de reciclagem de caminhões do Brasil.

Gerando 150 empregos diretos, Geraldo estabelece uma relação exemplar com seus colaboradores, aliando carinho de mãe e disciplina militar. “Eu não pago salário mínimo a nenhum de meus funcionários. Acho isso uma vergonha. Eu os tratos com amor, exijo disciplina e divido os resultados.” A valorização de seus colaboradores como ser humano é prioridade.

“Toda vez que eu dou um passo, eu me preocupo em esticar a mão e dá uma puxadinha no próximo, pois ele é quem vai me dá a base para eu continuar subindo o próximo degrau.”

Aí você pergunta: e a crise? “Vejo como uma condição de oportunidade, uma motivação para que a humanidade evolua. Enquanto as pessoas fogem da crise, eu a uso ao meu favor.” Rufino tem propriedade para falar disso, pois foram durante os momentos de crise que ele conseguiu aprender e crescer ainda mais. Para ele, tudo é uma oportunidade! Depende da maneira que você está olhando.

Para que mais pessoas conheçam sua história de vida, Geraldo escreveu o livro O Catador de Sonhos, onde ensina tudo sobre determinação, otimismo e superação. Por meio do livro é possível enxergar oportunidades em cenários diversificados, não se deixando abalar pelas crises e fazer do seu sucesso uma fonte de sucesso para a sua família.

Considero Rufino uma fonte de aprendizado para todas as áreas da vida. Família, profissional, financeiro, social… não importa! Ele tem algo bom a dar exemplo em tudo! Porém, acima de tudo, o vejo como um exemplo de um legítimo brasileiro. Tem alegria de sobra, garra, fé, “sangue no olho” e samba no pé.

Conheça um pouco mais das história dele, com muita gargalhada, é claro!