Duda Santos vai viver Daiane dos Santos em cinebiografia produzida por Viola Davis
Atriz de 25 anos é escolhida para interpretar a lendária ginasta brasileira em filme que estreia em 2025 com produção da oscarizada Viola Davis.

A carreira de Duda Santos acaba de ganhar um marco significativo: a atriz de 25 anos foi selecionada para interpretar Daiane dos Santos, uma das maiores referências do esporte brasileiro, na cinebiografia intitulada “A Menina que Voa”. O anúncio, feito na última quarta-feira pelas próprias envolvidas em suas redes sociais, traz uma produção de peso internacional, com a participação da premiada atriz americana Viola Davis, vencedora de Oscar, Emmy, Grammy e Tony.
O filme, previsto para chegar aos cinemas em 2025, vai rememorar a trajetória extraordinária de Daiane dos Santos, ginasta que marcou época ao conquistar títulos internacionais e abrir portas para gerações de meninas brasileiras no esporte de elite. A direção fica a cargo de Yasmin Thayná, e a produção é resultado de uma parceria entre a Maria Farinha Filmes, a Ashé Ventures (empresa de Viola Davis), e a Globo Filmes, garantindo uma equipe majoritariamente composta por mulheres — um detalhe que reflete o compromisso do projeto com a representatividade.
Duda Santos não escondeu a emoção ao receber a oportunidade. Em post no Instagram, a atriz ressaltou a magnitude do desafio, afirmando que viver a história de Daiane dos Santos representa “o maior privilégio e o desafio mais sublime” de sua trajetória profissional. Ela também demonstrou respeito e sensibilidade ao abordar a responsabilidade de interpretar uma figura tão importante para o esporte e para muitas pessoas no Brasil, pedindo permissão para honrar cada gesto, sorriso e salto da ginasta.
Por sua parte, Daiane dos Santos recebeu a notícia com entusiasmo genuíno. A ex-ginasta expressou sua gratidão pela confiança depositada em Duda e compartilhou sua esperança de que o filme inspire novas gerações de meninas a acreditarem em seus próprios sonhos. Daiane enfatizou que deseja que a narrativa de sua vida no cinema transmita uma mensagem poderosa: a de que as oportunidades estão ao alcance de quem ousado sonhar e lutar por seus objetivos.
A escolha de Viola Davis para produzir esse projeto não é apenas uma questão de prestígio internacional. A decisão reforça a importância global da história de Daiane, demonstrando como a trajetória de uma atleta brasileira transcende fronteiras e merece ser contada em escala mundial. Esse tipo de coprodução costuma garantir maior alcance, investimento de qualidade e distribuição ampla, potencializando o impacto do filme tanto no Brasil quanto no exterior.
“A Menina que Voa” chega em um momento especial para o cinema brasileiro de narrativas biográficas que celebram mulheres que quebraram barreiras. O filme promete não apenas contar uma história de superação esportiva, mas também explorar os desafios pessoais, as alegrias e os sacrifícios que marcaram a jornada de Daiane. Com uma produção de qualidade cinematográfica elevada e uma equipe criativa principalmente feminina, o longa tem potencial para se tornar uma inspiração visual e emocional para plateias diversas.
Para Duda Santos, esse papel representa uma oportunidade rara de trabalhar em um projeto de grande envergadura internacional enquanto honra uma figura genuinamente importante da história do Brasil. A trajetória que a levou a essa escolha e as expectativas criadas ao redor dessa produção demonstram como histórias de mulheres que marcam época continuam relevantes e merecedoras de serem celebradas na tela grande. O filme chega prometendo levar ao público não apenas a história de uma atleta excepcional, mas também uma mensagem universal sobre persistência, fé e a possibilidade de alcançar sonhos que pareçam impossíveis.